sexta-feira, 24 de junho de 2011

Photografias

Tentamos manipular o tempo, já que como a água foge entre nossos dedos, foge assim de nós ele. Então numa tentativa desesperada de pará-lo em uma situação a qual consideramos de grande importância, nos utilizamos dela, sim, a photografia.
Nelas registramos momentos, pensamentos, sentimentos. Em meio ao desenfreado tempo tentamos capturar lembranças, já que poucas coisas ficam em nossa memória. Aquele rosto do amigo a qual vivemos tantos momentos bons, logo desfigura-se em nossa mente. E os detalhes das aventuras, boas e divertidas aventuras, também se perdem, mas o homem nunca se contentou com isso. Primeiro veio as pinturas (demorava!), e logo em seguida as fotografias que antes só a elite tinha acesso, mas que depois foi dado também às classes inferiores esse instrumentos de guardar sonhos.
Uma mesma pessoa pode se transformar em muitas através das fotografias, pessoas diferentes que vemos nas fotos, não pelo uso ou não de adereços como óculos, maquiagem, e etc. (meros disfarces), mas sim, quando elas tentam passar (ou aparentam dizer) algo ou alguém escondido dentro de si. Fotos essas tão profundas que adquirem o poder de conversar com as pessoas, revelando segredos que elas queiram passar ou as vezes passando sem querer algo de si. Isso só é possível porque quando vemos os álbuns de alguém,  além dos comentários de que gostamos de umas e outras não, vem os outros: ''conheço, não conheço, já vi, quem é?,Nossa! , Linda! , Diferente! , Exótico, é sério?! ''No Words!''
Gosto de conversar com as fotografias, elas dão detalhes minuciosos das pessoas a qual quero saber mais, o divertido é que sempre tenho a impressão que estou conversando com
alguém diferente, percebo isso  num olhar, num sorriso, num franzir da face que não havia notado antes, cada um desses sinais expressando  opiniões, descrevendo o  estado em que ela se encontra, denunciando os gostos, receios e anseios. Tudo isso em um simples click!




quinta-feira, 23 de junho de 2011

The Rain.

It’s raining now,
 and I hear a good sound.
It’s the water hitting on the house’s roof.
And that smell, great smell!
When the water wets the floor.

The rain brings its self
A Good memory,
Memories from the time of child,
When the good things were so simple, yeah!

I look to sky so gray,
And I feel the wind so cold and nice,
 That I'd like to be a child,
Because the children have fun with simple things,
Simple as a shower in this good rain,
 Rain that I see from inside my house.
em: 22/06/2011

domingo, 19 de junho de 2011

Anti-anarquismo

O anarquismo é um sonho bobo, mas é da natureza do homem sempre querer mais do que pode. Sempre sonhando alto, alto demais, mas nem vê ele que o único obstáculo que o separa de seus sonhos é ele mesmo. 


 Caro leitor, te digo por experiência própria que não há algo mais dificil de se trabalhar do que o ser humano. Com o perdão da expressão,''eita bixinho escroto''!. 

Concordãncias, sim há, mas te garanto que as discordãncias rolariam a solta.

Quão bom seria se todo mundo pensasse igual, então todas as boas coisas nos aconteceriam, sem ninguém pra impedir com os seus mizeráveis berros de '' eu não concordo''¬¬...aff! Lembre bem, sempre tem um ou uns, por mais que a idéia seja boa e benéfica para todos.

A anarquia é um sonho, um bobo sonho.  Negar seus principios religiosos, rejeitar a Deus, é negar-se a si mesmo, as suas próprias origens. È acreditar que vieste de um peludo macaco, e que de uma explosão de materiais que ja existiam(não sei de onde) tudo surgiu.

sábado, 18 de junho de 2011

Distraido!

 Certo dia Estava caminhando na rua,
Viajando em meus pensamentos,
Quando em um só momento,
Todos os sonhos e planos junto a mim foram ao chão,
Foi então que percebi,
Que minha fronte teve um encontro sem noção,
Com o vidro do salão.   :P

sexta-feira, 10 de junho de 2011

I miss...

Hoje acordei com um pequeno vazio, sim, uma pequena lacuna em mim que muito me incomodou. Uma sensação de perda tomou conta de mim, e a vontade de resgatar tomou proporções catastróficas, mas por conta de um mínimo detalhe não pude fazer nada.

O céu amanheceu um pouco mais cinzento, o arco-íris repleto de lindas cores simplesmente desbotou,o cheiro daquele perfume não apraz-me mais, e o riso não tem mais tanta graça. Hoje, só hoje, tudo perdeu o seu sentido. Os gostos gostosos, os cheiros cheirosos, as belezas mais belas, nada mais consegue aprazer-me. Neste dia, pacato e salobro dia, desliguei-me de tudo que é mais simples e agradável, e voltei-me a esse complexo vazio.

Meu coração acelera, palpita, aperta, em busca de uma solução, mas contemplo toda a eficiência do nosso domínio ao cérebro se rendendo ao covarde medo. Como um mosquito chato ao ouvido, repito a frase em minha mente: ao que receio para que não possa saber quem é o culpado de tal vazio em mim?

O que sei, é que sinto essa falta, sim, porquê? Caminho até a frente de minha casa em busca de respostas, olho para um lado, olho para o outro, e nada, ninguém ,que mistério é esse que tira de mim o sossego?oh Mente!, porquê me escondes este segredo? Porque não revelas logo para que eu possa tomar as providencias cabíveis e quem sabe, tirar esse vazio de mim que me abstém o sorriso, e como a água escapa entre os dedos, assim foge de mim a paz.

Sinceramente, sinto que sei a resposta, mas não me permito revelar. Acho que posso solucionar, mas o receio de algo é mais forte, tão forte ao ponto de forçar a minha mente a esconder tudo de mim. Mesmo que eu enumere as probabilidades, ainda assim, nada me é revelado, tudo é oculto, eficientemente escondido para que eu não saiba, menos uma coisa, sim, esse vazio, que age em mim como uma espécie de gemido de socorro em meio ao tenebroso silêncio.